Maior esqueleto de dinossauro ocupa duas salas do museu

Réplica, em fibra de vidro, está exposta no Museu de História Natural de Nova Iorque. Mas há cinco osso originais

O pescoço e a cabeça estão numa sala; o resto do corpo está noutra. A réplica do esqueleto do titanoussauro é tão grande que não cabe numa única sala do Museu de História Natural de Nova Iorque, onde está em exposição a partir de hoje.

Descoberto na Patagónia, Argentina, no ano passado, este dinossauro mede 37 metros de comprimento. São mais nove metros que o modelo da baleia azul que o museu tem exposto e que é uma das grandes atrações turísticas daquele espaço.

É tão pesado que o esqueleto exposto é uma réplica em fibra de vidro, embora haja cinco ossos originais em exposição, um deles um fémur tão grande que é maior que um homem.

O dinossauro foi descoberto em 2013 por um camponês, que encontrou os ossos na sua propriedade. A equipa de paleontologia Egidio Feruglio de Trelew, na Patagónia, fez a escavação e apresentou o exemplar em maio do ano passado, afirmando que se tratava de uma dos maiores alguma vez achados.

A equipa de paleontólogos afirmou que se tratava de um gigante herbívoro, da categoria dos titanoussauros, que pesaria cerca de 70 toneladas, tanto como 10 elefantes africanos.

A descoberta é tão recente que o dinossauro ainda nem sequer tem nome divulgado - precisa primeiro de ser aprovado -, pelo que é chamado pelo número no catálogo: 32893.

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