Lufthansa interrompe ligações aéreas para Sharm el-Sheikh

Companhia realiza dois voos semanais para o popular destino turístico

A companhia de aviação alemã Lufthansa anunciou hoje que "por motivos de precaução" ficam interrompidas as ligações aéreas com destino a Sharm el-Sheikh, no Egipto, na sequência da queda do avião russo no Sinai.

As autoridades britânicas disseram na quarta-feira que a queda do aparelho pode ter sido provocada por uma bomba.

A Lufthansa que realiza dois voos semanais, explorados pelas companhias filiais Edelweiss e Eurowings, anunciou em comunicado que está em contacto com o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Berlim no sentido de iniciar o repatriamento dos cidadãos alemães que se encontram no Egipto.

No sábado, logo após o acidente que matou as 224 pessoas que se encontravam a bordo do Airbus A321 russo com destino a S. Petersburgo, a Lufthansa comunicou que ia deixar de sobrevoar a península do Sinai, contornando a região "pela direita ou pela esquerda" dependendo do aeroporto de destino.

A Air France anunciou precisamente o mesmo procedimento em relação ao sobrevoo do Sinai e hoje as autoridades de Kiev proibiram as companhias aéreas ucranianas de sobrevoarem a região.

Londres e Washington consideram provável que a queda do avião poderá ter sido provocada pela explosão de uma bomba, 23 minutos após a descolagem da pista do aeroporto da estância balnear de Sharm el-Sheik.

O ministro egípcio da Aviação Civil, Hossam Kamal afirmou que os peritos que se encontram a analisar os destroços não encontraram provas que possam "confirmar a hipótese de ter sido a explosão de uma bomba" a provocar a queda do aparelho.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG