Juncker, Gordon Brown, Stiglitz e Pinelopi Goldberg antecipam 2019

O presidente da Comissão Europeia, o ex-primeiro ministro britânico, o Nobel da Economia e a economista chefe do Grupo Banco Mundial escrevem no Diário de Notícias sobre o que deixou 2018 e o que se espera em 2019.

Quatro textos de quatro personalidades internacionais explicam 2018 e antecipam 2019. Tudo para ler no seu Diário de Notícias.

O mundo precisa da Europa - a opinião de Jean-Claude Junker

Com a chegada de um novo ano, o rumo futuro da União Europeia nunca foi tão importante, tanto para a Europa quanto para o resto do mundo. Nestes tempos cada vez mais tumultuosos, a União Europeia (UE) pode proporcionar a estabilidade e a esperança de que o mundo necessita tão desesperadamente.

A globalização está numa encruzilhada - a opinião de Gordon Brown

Quer o percebamos quer não, 2018 pode ter sido um ano de viragem histórica. A globalização mal gerida levou a movimentos nacionalistas de "recuperação de controlo" e a uma onda crescente de protecionismo que está a minar a ordem internacional liderada pelos americanos durante 70 anos. O cenário está pronto para a China desenvolver as suas próprias instituições internacionais paralelas, augurando um mundo dividido entre dois sistemas concorrentes de governança global.

Um ano muito trumpiano - a opinião de Joseph Stiglitz

No final de 2017, a administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e os republicanos no Congresso impuseram um corte de um bilião de dólares nos impostos das empresas, parcialmente compensado por aumentos de impostos para a maioria dos americanos no meio da distribuição de rendimentos. Mas, em 2018, o júbilo da comunidade empresarial dos EUA com este bodo começou a dar lugar à ansiedade em relação a Trump e às suas políticas.

O que vem a seguir para o comércio global? - a opinião de Pinelopi Koujianou Goldberg

O ano de 2018 marcou o regresso das tarifas de importação. Em outubro, os Estados Unidos impuseram impostos sobre cerca de 12 000 produtos, o que representa 12,6% do total das suas importações. Os seus principais parceiros comerciais retaliaram com tarifas sobre 2087 produtos, que representam 6,2% das exportações dos EUA. Com as tensões comerciais em crescendo, muitos observadores alertaram para uma guerra comercial em grande escala, ou mesmo para o colapso do sistema global de comércio.

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