Ivanka Trump:"Quando discordo do meu pai, ele sabe"

A filha do presidente norte-americano deu a primeira entrevista após passar a ser funcionária da Casa Branca

Ivanka Trump volta a distanciar-se do pai nas questões mais controversas, na primeira entrevista que deu após ter passado a ser funcionária da Casa Branca, na semana passada. A filha de Donald Trump explicou que o silêncio em relação a certos assuntos não significa que esteja de braços cruzados perante os mesmo e garantiu que quando não concorda com as decisões do presidente dos Estados Unidos que o faz saber.

"Quando eu discordo do meu pai e sabe, eu manifesto-o com total sinceridade. Quando eu concordo, eu entrego-me completamente e apoio-o e espero que possa ser um trunfo para ele e ter um impacto positivo", disse a Gayle King, do programa This Morning, da CBS, que só será emitido esta manhã mas que já teve alguns excertos divulgados.

Ivanka Trump salientou que o pai "ouve sempre" e que a postura que tinha nos negócios é a mesma que tem agora como presidente dos Estados Unidos. Agora funcionária não remunerada da Casa Branca, a filha de Donald Trump foi confrontada nesta entrevista com as críticas por ser "cúmplice" do pai. "Se ser cúmplice é querer ser uma força para o bem e ter um impacto positivo, então eu sou cúmplice", afirmou, confessando que deseja ter um impacto positivo na administração norte-americana.

"Espero que o tempo prove que tenho feito um bom trabalho e, muito mais importante, que a administração do meu pai seja um sucesso como eu sei que vai ser", disse.

Desde a tomada de posse de Donald Trump, a 20 de janeiro deste ano, Ivanka Trump, 35 anos, está bastante envolvida no poder político do país, tendo participado em várias reuniões com líderes estrangeiros, incluindo o primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, e a chanceler alemã, Angela Merkel.

A filha mais velha do magnata do setor imobiliário tinha escritório na Casa Branca sem ser funcionária do Governo, uma posição que levantou muitas questões e críticas. Assim, na semana passada, tornou-se funcionária não remunerada, "sujeita a todas as mesmas regras que outros funcionários federais".

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