Vídeo mostra grau de destruição do Museu Nacional brasileiro

No incêndio de domingo à noite, Brasil regista a maior perda histórica e científica, mas ainda há esperança de que algumas peças se tenham salvado em armários de aço.

Circula nas redes sociais um vídeo de autoria desconhecida que demonstra o nível de destruição do incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro.

A gravação é iniciada na entrada do museu, onde repousa o meteorito de Bendegó - que devido à sua composição, ferro e níquel, não foi consumido pelo fogo - e estende-se à sala adjacente.

No entanto, a extensão dos danos ainda não é conhecida. Por exemplo, a área do fóssil mais antigo das Américas, o crânio de Luzia, e o maior dinossauro encontrado no Brasil, estavam debaixo de escombros.

Se é certo que a grande parte das peças estarão irremediavelmente perdidas, os investigadores, técnicos e funcionários depositam esperanças de que algumas peças relevantes tenham sobrevivido.

Segundo a Folha de São Paulo, foram adquiridos há pouco tempo armários de aço, o que poderá ter salvo algum material.

Causa do fogo em investigação

A causa do incêndio começou entretanto a ser investigada pela Polícia Federal. Um curto-circuito ou a queda de um balão no teto do edifício (como foi aventado pelo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão), são as hipóteses em consideração.

Exclusivos

Premium

Líderes europeus

As divisões da Europa 30 anos após o fim da Cortina de Ferro

Angela Merkel reuniu-se com Viktor Orbán, Emmanuel Macron com Vladimir Putin. Nos próximos dias, um e outro receberão Boris Johnson. E Matteo Salvini tenta assalto ao poder, enquanto alimenta a crise do navio da ONG Open Arms, com 107 migrantes a bordo, com a Espanha de Pedro Sánchez. No meio disto tudo prepara-se a cimeira do G7 em Biarritz. E assinala-se os 30 anos do princípio do fim da Cortina de Ferro.