Eleições presidenciais vão ser a 22 de abril com ou sem oposição

Nicolás Maduro sublinhou que se a oposição não participar "deixará esse espaço livre" para o chavismo

O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, disse hoje que mesmo que a oposição não se candidate, haverá eleições presidenciais antecipadas a 22 de abril e um chefe de Estado eleito de maneira legítima.

"Se a oposição não se inscrever, que se passará na Venezuela? Haverá eleições e um Presidente eleito, legítimo, que governará o país até 2025", disse Nicolás Maduro, no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, durante uma conferência de imprensa com jornalistas nacionais e internacionais.

"Temos tido uma oposição que improvisa e as coisas correm-lhe mal. Uma oposição que quando perde eleições grita que é fraude e que se retira quando sabe que perderá as eleições (...) chova, troveje ou relampagueie, Com ou sem oposição, haverá eleições presidenciais e o povo irá votar aos milhões", frisou.

Maduro instou os políticos opositores Henry Ramos Allup e Cláudio Fermín, do partido Ação Democrática, Henry Falcón, da Avançada Progressista, e o diplomata Júlio César Pineda, a formalizarem as suas candidaturas.

Segundo Nicolás Maduro, as eleições presidenciais venezuelanas, previstas para 22 de abril, contam com amplas garantias e são feitas com base num acordo durante as reuniões de diálogo na República Dominicana, que depois a oposição se negou a assinar.

"Estou a cumprir com o acordo de República Dominicana e dando amplas, absolutas garantias, de recenseamento eleitoral, durante os próximos 10 dias, a nível nacional, e de 15 dias a nível internacional. Também de observação eleitoral para que venham da ONU, da América Latina e Caraíbas", declarou.

Nicolás Maduro sublinhou que se a oposição não participar "deixará esse espaço livre" para o chavismo.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Daniel Deusdado

Estou a torcer por Rio apesar do teimoso Rui

Meu Deus, eu, de esquerda, e só me faltava esta: sofrer pelo PSD... É um problema que se agrava. Antigamente confrontava-me com a fria ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, e agora vejo a clarividente e humana comentadora Manuela Ferreira Leite... Pacheco Pereira, um herói na cruzada anti-Sócrates, a voz mais clarividente sobre a tragédia da troika passista... tornou-se uma bússola! Quanto não desejei que Rangel tivesse ganho a Passos naquele congresso trágico para o país?!... Pudesse eu escolher para líder a seguir a Rio, apostava tudo em Moreira da Silva ou José Eduardo Martins... O PSD tomou conta dos meus pesadelos! Precisarei de ajuda...?

Premium

arménios na síria

Escapar à Síria para voltar à Arménia de onde os avós fugiram

Em 1915, no Império Otomano, tiveram início os acontecimentos que ficariam conhecidos como o genocídio arménio. Ainda hoje as duas nações continuam de costas voltadas, em grande parte porque a Turquia não reconhece que tenha havido uma matança sistemática. Muitas famílias procuraram então refúgio na Síria. Agora, devido à guerra civil que começou em 2011, os netos daqueles que fugiram voltam a deixar tudo para trás.