Trump anuncia libertação de três norte-americanos prisioneiros na Coreia do Norte

A libertação destes três homens tinha sido revelada por Rudy Giuliani numa entrevista à Fox News

O presidente dos EUA anunciou esta quarta-feira no Twitter a libertação de três norte-americanos que estavam detidos na Coreia do Norte. Segundo Donald Trump, o secretário de Estado Mike Pompeo está a caminho de casa "com três cavalheiros fantásticos".

O presidente revelou que os três parecem estar de boa saúde e que irão aterrar na Andrews Air Force Base, em Maryland. "Estarei lá para cumprimentá-los. Muito entusiasmante", concluiu.

Quem são os três prisioneiros?

A libertação destes três homens tinha sido revelada por Rudy Giuliani numa entrevista à Fox News. Kim Dong Chul, um missionário com cerca de 60 anos, estava detido desde 2015 e Kim Hak-song e Kim Sang Duk, conhecido como Tony Kim, estavam detidos desde a primavera do ano passado. Os dois últimos, professores numa universidade de Pyongyang, eram acusados de "atos hostis" contra o regime de Kim Jong Un.

Kim Dong Chul tinha sido preso em 2015, acusado de espionagem a favor da Coreia do Sul.

A libertação dos três pode ser encarada como um gesto de boa vontade numa altura em Trump e Kim Jong Un têm encontro marcado.

No ano passado, a Coreia do Norte libertou Otto Warmbier, que estava gravemente doente e acabou por morrer nos Estados Unidos.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

A "taxa Robles" e a desqualificação do debate político

A proposta de criação de uma taxa sobre especulação imobiliária, anunciada pelo Bloco de Esquerda (BE) a 9 de setembro, animou os jornais, televisões e redes sociais durante vários dias. Agora que as atenções já se viraram para outras polémicas, vale a pena revistar o debate público sobre a "taxa Robles" e constatar o que ela nos diz sobre a desqualificação da disputa partidária em Portugal nos dias que correm.

Premium

Rosália Amorim

Crédito: teremos aprendido a lição?

Crédito para a habitação, crédito para o carro, crédito para as obras, crédito para as férias, crédito para tudo... Foi assim a vida de muitos portugueses antes da crise, a contrair crédito sobre crédito. Particulares e também os bancos (que facilitaram demais) ficaram com culpas no cartório. A pergunta que vale a pena fazer hoje é se, depois da crise e da intervenção da troika, a realidade terá mudado assim tanto? Parece que não. Hoje não é só o Estado que está sobre-endividado, mas são também os privados, quer as empresas quer os particulares.