Tribunal confirma prisão perpétua para ex-presidente do Egito Mohamed Morsi

Morsi é acusado de ter entregado documentos relacionados com a segurança do Estado às autoridades do Qatar

A justiça egípcia confirmou hoje de forma definitiva a pena de prisão perpétua para o ex-presidente do Egito Mohamed Morsi pelo envolvimento num caso de espionagem com o Qatar, informou uma fonte judicial.

O Tribunal de recurso confirmou a pena de prisão perpétua, que no Egito equivale a 25 anos, para o deposto mandatário islamita dos Irmãos Muçulmanos acusado de ter entregado documentos relacionados com a segurança do Estado às autoridades do Qatar.

No âmbito do mesmo processo também foram ratificadas as pena de morte para três membros dos Irmãos Muçulmanos e penas de prisão perpétua e trabalhos forçados para outros dois membros da organização.

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São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.