Três alpinistas morrem em montanha na Suíça

A identidade e a nacionalidade das três vítimas mortais, dois homens e uma mulher, ainda não são conhecidas

Três alpinistas morreram na quinta-feira quando tentavam subir a montanha Piz Bernina, no leste da Suíça, divulgou esta sexta-feira a polícia local.

A identidade e a nacionalidade das três vítimas mortais, dois homens e uma mulher, ainda não são conhecidas, segundo indicou à agência noticiosa francesa France Presse (AFP) um porta-voz da polícia do cantão de Grisões (leste).

A polícia local relatou que os alpinistas morreram devido a uma queda.

"A cerca de 3.600 metros de altitude, eles caíram 300 metros no vazio", explicou a polícia local, num comunicado.

Outros alpinistas que testemunharam o acidente alertaram os serviços de urgência.

Por causa do risco de queda de pedras, não foi possível retirar os corpos na quinta-feira.

A operação para retirar os corpos das vítimas foi efetuada hoje de manhã com recurso a um helicóptero.

As autoridades abriram entretanto uma investigação.

Na quarta-feira, uma alpinista alemã de 32 anos também perdeu a vida quando tentava subir a mesma montanha com um grupo. A alpinista escorregou e sofreu uma queda fatal de cerca de 600 metros.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.