"Trovoada de neve" invade nordeste dos EUA

Mais de 2600 voos já foram cancelados em toda a região e um homem foi atingindo por um relâmpago

Pela segunda vez em menos de uma semana uma tempestade de neve invadiu a região nordeste dos Estados Unidos, cancelando voos, fechando escolas e provocando quebras de energia. Esta tempestade é também chamada de "trovoada de neve", porque a queda de neve ocorreu durante uma trovoada.

As tempestades de neve são geralmente silenciosas, pelo que esta trovoada surpreendeu os nova iorquinos e entusiasmou os apaixonados pela meteorologia, como mostra este vídeo de um apresentador do Weather Channel.

Robert Kelly, da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) explicou à ABC NEWS que o processo por trás de uma trovoada durante uma tempestade de neve é semelhante ao de qualquer trovoada - a ascensão de uma massa de ar quente e húmido e a sua interação com o ar mais frio em altitude - condições que raramente são propícias à queda de neve.

O Serviço Nacional de Meteorologia emitiu hoje um aviso de tempestade entre a Filadélfia e a região da Nova Inglaterra.

No total, mais de 2600 voos já foram cancelados em toda a região e um homem foi atingindo por um relâmpago.

Em Delaware, as escolas e os edifícios governamentais foram encerrados e em Nova Jérsia e na Pensilvânia já foi decretado o estado de emergência.

Por toda a região, o peso da neve já provocou a queda de linhas energéticas e de ramos de árvore.

Apesar de não estar previsto que a tempestade ganhe proporções semelhantes à que ocorreu na passada sexta-feira, que inundou as comunidades costeiras e provocou mais de dois milhões de quebras de energia, as autoridades já recomendaram que a população não circule nas estradas.

Ler mais

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.