Suspeito dos atentados de Paris acusado formalmente de assassínio

Osama Krayem é também suspeito dos ataques de 22 de março de 2016 em Bruxelas

Um dos principais suspeitos dos atentados em Paris, em novembro de 2015, Osama Krayem, foi hoje acusado em França de assassínio, tentativa de assassínio e sequestro, segundo fontes judiciais.

Krayem é também suspeito dos ataques de 22 de março de 2016 em Bruxelas, onde foi detido no dia 8 de abril.

A investigação mostrou que Krayem pertencia à célula que realizou os ataques coordenados em Paris, a 13 de novembro de 2015, em que morreram 130 pessoas

O sueco de origem síria tinha sido reclamado pela justiça francesa por um dia, ao que Bruxelas acedeu, "com vista à sua audição e à sua possível acusação pelo juiz de instrução de Paris".

A investigação mostrou que Krayem pertencia à célula que realizou os ataques coordenados em Paris, a 13 de novembro de 2015, em que morreram 130 pessoas.

Na Bélgica, três bombistas suicidas fizeram-se explodir no aeroporto internacional de Zaventem e no metro da capital belga, causando 32 mortes, estando os responsáveis deste atentado ligados ao atentado de Paris.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

O populismo entre nós

O sucesso eleitoral de movimentos e líderes populistas conservadores um pouco por todo o mundo (EUA, Brasil, Filipinas, Turquia, Itália, França, Alemanha, etc.) suscita apreensão nos países que ainda não foram contagiados pelo vírus. Em Portugal vários grupúsculos e pequenos líderes tentam aproveitar o ar dos tempos, aspirando a tornar-se os Trumps, Bolsonaros ou Salvinis lusitanos. Até prova em contrário, estas imitações de baixa qualidade parecem condenadas ao fracasso. Isso não significa, porém, que o país esteja livre de populismos da mesma espécie. Os riscos, porém, vêm de outras paragens, a mais óbvia das quais já é antiga, mas perdura por boas e más razões - o populismo territorial.