Cinco mortos e 200 feridos em novos ataques na região de Ghouta Oriental

As mortes resultaram do lançamento, por helicóptero, de dois barris de explosivos sobre a localidade de Kafr Batna

Cinco pessoas morreram e 200 ficaram feridas hoje em novos ataques aéreos contra diferentes áreas da região de Ghouta Oriental (Síria), o principal feudo de oposição fora de Damasco, de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

Os cinco mortos resultaram do lançamento, por helicóptero, de dois barris de explosivos sobre a localidade de Kafr Batna. Foram registados feridos tanto nesta localidade como em Arbín, Ain Tarma e Saqba.

O Observatório acusou a aviação síria e russa, bem como a artilharia das forças governamentais, de terem perpetrado os ataques.

Aviões de combate realizaram dois bombardeios em Saqba, enquanto helicópteros largaram barris de explosivos em Hazrama, Al Nashabie e Otaya, onde as tropas do governo também dispararam 105 foguetes, acrescentou a fonte.

Além disso, aparelhos que se crê serem russos bombardearam as localidades de Haza e Zamalka.

Desde o domingo, pelo menos 251 pessoas perderam a vida, incluindo 58 menores de idade, por ataques de ar e artilharia em Ghouta Oriental, de acordo com aquela organização não-governamental.

O coordenador da Síria do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), Panos Moumtzis, condenou os ataques a seis hospitais em Ghouta Oriental.

Numa declaração divulgada na terça-feira à noite, Moumtzis considerou "inaceitáveis" os bombardeios ocorridos há dois dias contra cinco hospitais, incluindo uma maternidade, e contra um sexto centro de saúde nesta área controlada pelos rebeldes.

Exclusivos

Premium

Ferreira Fernandes

"Corta!", dizem os Diáconos Remédios da vida

É muito irónico Plácido Domingo já não cantar a 6 de setembro na Ópera de São Francisco. Nove mulheres, todas adultas, todas livres, acusaram-no agora de assédios antigos, quando já elas eram todas maiores e livres. Não houve nenhuma acusação, nem judicial nem policial, só uma afirmação em tom de denúncia. O tenor lançou-lhes o seu maior charme, a voz, acrescida de ter acontecido quando ele era mais magro e ter menos cãs na barba - só isso, e que já é muito (e digo de longe, ouvido e visto da plateia) -, lançou, foi aceite por umas senhoras, recusado por outras, mas agora com todas a revelar ter havido em cada caso uma pressão por parte dele. O âmago do assunto é no fundo uma das constantes, a maior delas, daquilo que as óperas falam: o amor (em todas as suas vertentes).