Roubo a multibanco acaba com sete suspeitos mortos pela polícia

A polícia montou um cerco e intercetou os alegados criminosos, que não obedeceram à ordem para parar das autoridades e responderam com disparos de arma de fogo.

Pelo menos sete suspeitos de roubar multibancos morreram, na noite de quarta-feira, durante um confronto com a polícia militar (PM), nos arredores de Campinas, no estado brasileiro de São Paulo, informaram hoje fontes oficiais.

Segundo o tenente-coronel Marci Elber, através de um telefonema anónimo a polícia militar soube que um grupo iria praticar uma ação criminosa no município de Joanópolis, também no estado de São Paulo.

A polícia montou um cerco e intercetou os alegados criminosos, que não obedeceram à ordem para parar das autoridades e responderam com disparos de arma de fogo.

No confronto morreram sete dos suspeitos, entretanto, dois fugiram, aparentemente feridos.

Os suspeitos, que estavam em dois automóveis, utilizaram estradas rurais para chegar ao seu destino.

De acordo com a imprensa local, nos dois carros onde viajavam os suspeitos foram encontrados explosivos (dinamite) e 11 armas, entre as quais espingardas e pelo menos uma metralhadora, além de munições.

Segundo a Polícia Militar, cinco dos suspeitos já foram identificados.

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Henrique Burnay

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Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.