O que diz Giuliani de Hillary? "É um dos membros fundadores do ISIS"

O antigo mayor de Nova Iorque acredita que a candidata democrata está envolvida na criação do Estado Islâmico

Rudy Giuliani, diz que Hillary Clinton pode ser considerada como "um dos membros fundadores do ISIS" porque era secretária de Estado na altura em que a administração Obama começou a retirar as tropas norte-americanas do Iraque. As declarações foram feitas esta quarta-feira durante o programa "The O'Reilly Factor", da Fox News.

Questionado sobre os ataques em Bruxelas, que na passada de terça-feira tiraram a vida a pelo menos 31 pessoas e feriram outras 300, Giuliani, Republicano, não hesita em relacionar Clinton com aquilo que considera terem sido falhas do governo na resposta à ameaça terrorista.

Giuliani afirma que o governo norte-americano teve uma intervenção tardia na Síria, contudo reconhece que, enquanto secretária de Estado, Hillary Clinton não deve ser responsabilizada por todas as decisões.

O antigo mayor de Nova Iorque referiu que a única coisa a fazer era apresentar a demissão para obrigar Barack Obama a reconsiderar as suas políticas. "É o que um patriota deve fazer", disse.

No início do dia, Hillary discursou na Universidade de Standford e prometeu, caso fosse eleita, que ia tentar derrotar o Estado Islâmico e proteger os EUA da ameaça terrorista.

A democrata, que lidera a corrida contra Bernie Sanders para a nomeação do partido, disse também que se Donald Trump fosse eleito seria "como um natal [antecipado] para o Kremlin".

As eleições presidenciais dos EUA estão agendadas para dia 8 de novembro.

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

Navegantes da fé

Este livro de D. Ximenes Belo intitulado Missionários Transmontanos em Timor-Leste aparece numa época que me tem parecido de outono ocidental, com decadência das estruturas legais organizadas para tornar efetiva a governança do globalismo em face da ocidentalização do globo que os portugueses iniciaram, abrindo a época que os historiadores chamaram de Descobertas e em que os chamados navegantes da fé legaram o imperativo do "mundo único", isto é, sem guerras, e da "terra casa comum dos homens", hoje com expressão na ONU.