Português com doença contagiosa usou lençóis para descer quatro andares e fugir de hospital

Homem de 50 anos sofre de doença contagiosa e está detido em Madrid. Conseguiu fugir durante a noite mas foi capturado no dia seguinte

Um homem português, que se encontrava detido, conseguiu fugir de um hospital espanhol ao amarrar vários lençóis para descer, pelo exterior, os quatro andares da unidade de saúde de Madrid. O indivíduo de 50 anos padece de uma doença contagiosa e, sob custódia policial, estava no hospital Gregorio Marañón para se submeter a um tratamento. A fuga ocorreu na quarta-feira e o homem foi capturado no dia seguinte, informou a polícia espanhola.

A fuga ocorreu por volta da uma hora da madrugada, com o homem a sair por uma janela do quarto, situado no quarto andar do hospital onde estava internado para uma intervenção cirúrgica. Estava sob detenção, por crimes não especificados pelas autoridades, e teria um polícia à porta do quarto.

Terá sido por isso que planeou escapar, recorrendo a um truque já conhecido. Entrelaçou vários lençóis do hospital, molhados para ganhar peso e não quebrarem quando descesse, como aconteceu.

Foi novamente detido na quinta-feira quando foi encontrado por volta das 18.00 em Madrid. Foi novamente colocado no mesmo hospital, onde permanece sob custódia policial.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Henrique Burnay

Falem do futuro

O euro, o Erasmus, a paz. De cada vez que alguém quer defender a importância da Europa, aparece esta trilogia. Poder atravessar a fronteira sem trocar de moeda, ter a oportunidade de passar seis meses a estudar no estrangeiro (há muito que já não é só na União Europeia) e - para os que ainda se lembram de que houve guerras - a memória de que vivemos o mais longo período sem conflitos no continente europeu. Normalmente dizem isto e esperam que seja suficiente para que a plateia reconheça a maravilha da construção europeia e, caso não esteja já convertida, se renda ao projeto europeu. Se estes argumentos não chegam, conforme o país, invocam os fundos europeus e as autoestradas, a expansão do mercado interno ou a democracia. E pronto, já está.