Centros de controlo: "Portugal não se candidata nem havia razões para isso"

António Costa desvalorizou o acordo alcançado em Bruxelas, durante a madrugada desta sexta-feira, em matéria de migrações, dizendo que ainda há trabalho a fazer para se perceber do que realmente se trata.

Num país com provas dadas, "em matéria de acolhimento", o primeiro-ministro considera que "não havia razões" para Portugal ser voluntário para acolher um centro de controlo de migrantes no seu território.

"Portugal não se candidata, nem havia razões para isso", esclareceu o primeiro-ministro, vincando que governa um país que "tem tido uma política coerente, constante, de responsabilidade em matéria de migrações".

Em Bruxelas

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