Sismo na Indonésia faz pelo menos 14 mortos

O sismo, registado na ilha de Lombok, um destino turístico, teve uma magnitude 6,4 na escala de Ritcher

Pelo menos 14 pessoas morreram este domingo e 162 ficaram feridas na ilha indonésia de Lombok, na sequência do sismo de magnitude 6,4 na escala de Ritcher, disseram as autoridades.

O distrito de Lombok leste foi o mais atingido com oito mortos, incluindo uma cidadã da Malásia, disse Sutopo Purwo Nugroho, porta-voz da Agência de Mitigação de Desastres indonésia, Sutopo Purwo Mugroho.

A mulher, de 30 anos, estava a visitar o Monte Rinjani, onde se registou um aluimento de terras em sequência do sismo. Nugroho, citado pela Reuters, afirmou que a área está temporariamente encerrada. Centenas de alpinistas estão a ser retirados do parque nacional de Rinjani, afirmou.

Em dezembro de 2004, um sismo de magnitude 9,1, registado ao largo da ilha de Samatra, desencadeou um 'tsunami' que matou 230 mil pessoas

"As necessidades mais prementes agora são pessoal médico, macas, equipamentos de saúde, produtos para criança e alimentos", disse Sutopo Purwo Nugroho.

O mesmo porta-voz tinha indicado anteriormente três mortos e 12 feridos, na sequência do sismo que abalou a ilha de Lombok, um destino turístico popular, próximo de Bali, na Indonésia, disseram as autoridades.

O arquipélago da Indonésia, com milhares de ilhas, situa-se no chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma zona de elevada atividade sísmica e vulcânica.

Em dezembro de 2004, um sismo de magnitude 9,1, registado ao largo da ilha de Samatra, desencadeou um 'tsunami' que matou 230 mil pessoas em mais de dez países.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

Premium

Rui Pedro Tendinha

O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.