O brexit em memes: nem tudo é triste

No rescaldo do referendo da União Europeia há quem faça humor nas redes sociais

A decisão do Reino Unido em deixar a União Europeia abalou os mercados mundiais e deixou muita gente à beira de um ataque de ansiedade. Mas algumas pessoas veem o caso como uma óptima oportunidade de fazer bom humor.

Eis alguns dos memes que surgiram nas redes sociais desde o resultado do referendo da União Europeia.

Zeus e Europa

No mito grego, Zeus, arrebatado por Europa, decide disfarçar-se como um touro branco e raptar a bela donzela, levando-a para a ilha grega de Creta.

O verdadeiro custo da partida

A verdadeira tragédia do brexit: Adeus bolos doces, vinhos finos e cerveja de qualidade, olá feijão cozido.

Mensagem

A maioria dos jovens da Grã-Bretanha votou para permanecerem, portanto, a mensagem explica que a do Reino Unido está a ignorar a sua entrada e que sair da UE vai ser difícil. Aqui está uma maneira prática para dar a má notícia.

Diretamente para fora da Europa

A maioria das gerações mais antigas também não quer sair. Aqui é uma referência que eles vão entender. A saída direta da União Europeia pode ser uma versão da música "Straight Outta Compton" dos N.W.A.

Será que ninguém pensou nos amimais?

Parece que é melhor o Fluffy e o Fido obter um visto porque isto de fazer um passaporte de animal de estimação britânico não é através da fronteira.

A libra no buraco

O que é que se faz quando a moeda cai para o seu nível mais baixo em décadas? Maratona de compras!

Enquanto isso, na América ...

Gralha na Fox News: é União Europeia, não Nações Unidas.

Voltar à libra estrelina

Alguns aproveitaram a oportunidade para ter um outro olhar sobre o infeliz Inglês Winger Raheem Sterling.

Embora outros não tenham visto de que se tratava todo o alarido sobre os mercados.

Escócia: fora amanhã?

J. K. Rowling, criadora de Harry Potter, chamou-lhe como ela viu. Escócia não é feliz, e o Reino pode não ser Unido por muito tempo: Inglaterra, considera-se zona amiga.

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Ricardo Paes Mamede

O FMI, a Comissão Europeia e a direita portuguesa

Os relatórios das instituições internacionais sobre a economia e a política económica em Portugal são desde há vários anos uma presença permanente do debate público nacional. Uma ou duas vezes por ano, o FMI, a Comissão Europeia (CE), a OCDE e o Banco Central Europeu (BCE) - para referir apenas os mais relevantes - pronunciam-se sobre a situação económica do país, sobre as medidas de política que têm vindo a ser adotadas pelas autoridades nacionais, sobre os problemas que persistem e sobre os riscos que se colocam no futuro próximo. As análises que apresentam e as recomendações que emitem ocupam sempre um lugar destacado na comunicação social no momento em que são publicadas e chegam a marcar o debate político durante meses.

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João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.