Novas sanções dos EUA contra empresas russas

Empresas são acusadas de apoiar atos de pirataria informática russa

Os Estados Unidos impuseram esta terça-feira novas sanções contra empresas russas acusadas de apoiar atos de pirataria informática russa e de violarem o embargo comercial à Coreia do Norte, anunciou o Departamento do Tesouro norte-americano.

O banco Primorye e a empresa de transporte marítimo Goudzon são acusados de envolvimento de transferências de petróleo para navios da Coreia do Norte, em violação do embargo da ONU, precisa o departamento da administração norte-americana em comunicado.

Além das empresas, o Tesouro inscreveu na "lista negra" seis navios, de pavilhão russo (Patriot, Neptun, Bella, Bogatyr, Partizan e Sebastopol).

As sanções implicam o congelamento de bens e capitais das empresas nos Estados Unidos e a proibição de negócios com entidades ou cidadãos norte-americanos, restringindo, na prática, o seu acesso ao sistema financeiro norte-americano.

O Tesouro impôs também sanções a duas empresas e duas pessoas por auxiliarem uma outra empresa a contornar sanções que lhe foram impostas em junho por atos de pirataria informática ('hacking').

A empresa Divetechnoservices e três dos seus dirigentes foram sancionados em junho por fornecerem capacidades submarinas aos serviços de informações russos (FSB) para piratear comunicações.

As sanções anunciadas esta terça-feira visam as empresas russa Vela Marine e eslovaca Lacno e dois outros funcionários da Divetechnoservices.

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