Mudaram as regras. Militares já podem ter tatuagens

As forças militares norte-americanas vão rever as regras de recrutamento para enquadrarem as mudanças sociais no país, admitindo aceitar pais solteiros, pessoas com excesso de peso e até quem tenha consumido canábis, adiantou na terça-feira o Pentágono.

Embora não haja falta de candidatos a usar uma farda militar, o chefe do Pentágono (Ministério da Defesa norte-americano), Ashton Carter, está preocupado que os militares sejam escolhidos entre um grupo demasiado restrito de possíveis recrutas, ou que pessoas qualificadas sejam rejeitadas por questões triviais, adiantou a AFP.

Carter, num discurso proferido no City College of New York, deu como exemplos a aptidão física atual dos candidatos, tatuagens que tenham feito quando eram mais jovens, serem pais solteiros, ou terem consumido substâncias ilícitas como canábis.

O chefe do Pentágono ordenou que fossem revistos e atualizados quaisquer critérios "desnecessariamente restritivos".

Alguns serviços já começaram a aligeirar as regras: em abril, a Marinha norte-americana passou a permitir que os seus militares tenham tatuagens nos braços, mãos e parte do pescoço.

De acordo com uma sondagem, quase metade dos americanos nascidos nos anos 1980 e 1990 têm pelo menos uma tatuagem.

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