Boeing perde partes do motor em pleno voo

Boeing 777-222 fazia a ligação entre São Francisco e o Havai.

Um avião da United Airlines que fazia a ligação entre São Francisco e o Havai fez uma aterragem de emergência em Honolulu depois de partes do motor terem caído em pleno voo sobre o oceano Pacífico. "O voo mais assustador da minha vida", escreveu Maria Falaschi, uma das passageiras do voo UA1175, no Twitter.

A bordo do Boeing 777-222, que terá sido comprado em 1994 pela United Airlines, seguiam 363 passageiros e dez tripulantes, segundo a CNN.

Os passageiros partilharam imagens e vídeos do motor do lado direito do avião, que terá começado a desintegrar-se após uma explosão a cerca de 40 minutos da chegada ao destino.

"Muito feliz por estarmos todos em segurança depois da nossa aterragem de emergência", escreveu outra passageira, Haley Ebert.

Outro passageiro, Erik Haddad , engenheiro da Google, partilhou o que aconteceu com um toque de humor. "Isto parece mal, pura e simplesmente", escreveu, usando a palavra "plane" (avião) em vez de "plain" (simples)

Noutro tweet indicou: "Não vejo nada sobre isto no manual".

Em comunicado, a United Airlines informou que o avião aterrou em segurança às 12.38 locais "depois de os pilotos terem pedido uma aterragem de emergência por causa de problemas com o motor número dois".

"Os nossos pilotos seguiram todos os protocolos e aterraram com segurança o avião", acrescentaram. Os bombeiros estavam na pista de aterragem caso fosse necessário, mas o Boeing 777-222 seguiu normalmente até à porta de embarque. A United Airlines diz estar a cooperar com as investigações para descobrir o que correu mal.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Líderes

A União Europeia e a crise dos três M. May, Macron e Merkel

Já lhe chamam a crise dos três M. May, Macron e Merkel, líderes das três grandes potências da UE, estão em apuros. E dos grandes. Numa altura em que, a poucos meses das eleições para o Parlamento Europeu, florescem populismos e nacionalismos de toda a espécie, pela Europa e não só, a primeira-ministra do Reino Unido, o presidente de França e a chanceler da Alemanha enfrentam crises internas que enfraquecem a sua liderança e, por arrastamento, o processo de integração da UE.