Montanha de lixo colapsa e enterra 40 casas. Pelo menos seis mortos

São descarregadas diariamente 23 milhões de toneladas de lixo e 800 toneladas de resíduos sólidos suplementares em lixeira a céu aberto

Pelo menos seis pessoas morreram hoje no Sri Lanka na sequência do colapso de uma montanha de lixo que enterrou cerca de 40 casas numa favela, anunciaram as autoridades locais.

Os bombeiros deslocaram-se a Kolonnawa, no limite nordeste de Colombo, a capital do Sri Lanka, depois de uma montanha de lixo com cerca de 91 metros de altura, destabilizada durante a noite devido a chuvas torrenciais, ter pegado fogo e ter desabado sobre as habitações, adianta a Agência France Presse (AFP).

Três cadáveres foram retirados dos escombros e um rapaz de 12 anos e dois adolescentes morreram já no hospital, onde outras dez pessoas estão a receber tratamento.

Centenas de soldados foram mobilizados para o local do acidente, depois de o presidente Maithripala Sirisena ter ordenado ao exército e à polícia que dessem apoio aos bombeiros.

Segundo a polícia local, num comunicado citado pela AFP, "está em curso uma operação de busca por sobreviventes".

"Acreditamos que 40 casas foram destruídas", disse aos jornalistas um responsável do serviço encarregado da gestão de catástrofes.

Os habitantes da zona onde aconteceu o acidente denunciaram várias vezes a devastação ambiental causada pela lixeira a céu aberto, onde são descarregadas diariamente 23 milhões de toneladas de lixo e 800 toneladas de resíduos sólidos suplementares.

Ler mais

Exclusivos

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

Premium

Rui Pedro Tendinha

O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.