Mais uma: é a quinta atriz porno a morrer em três meses

Olivia Lua tinha 23 anos e foi encontrada morta numa clínica de reabilitação em Hollywood

A atriz porno Olivia Lua, de 23 anos, também conhecida no mundo do cinema para adultos como Olivia Voltaire, foi encontrada morta, este sábado, num centro de reabilitação de Hollywood, na Califórnia, EUA.

"Recentemente, fizeram-se muitos comentários sobre o número de estrelas de cinema para adultos que morreram no último ano. É com grande tristeza que informamos que a lista aumentou", informou, em comunicado, a agência LDA Direct Models, para a qual Olivia Lua trabalhava.

Foi a mesma agência que revelou que a atriz morreu numa clínica de reabilitação, em Hollywood, depois de ter sofrido uma recaída há cerca de uma semana, de acordo com o jornal The Sun.

Três dias antes de morrer, Olivia publicara um tweet que deixou os fãs curiosos, mas ninguém previa o defecho trágico.

"Sinto-o em todo o lado, já nada mais me assusta", tweetou a atriz.

A jovem, natural de Filadélfia, começou a carreira na indústria pornográfica em 2016 e em outubro de 2017 decidiu fazer uma pausa, tendo entrado recentemente num centro de reabilitação, depois de ter tentado fazer um tratamento em casa.

Segundo o site XBiz, a família e amigos tinham-se mostrado preocupados com a quantidade de medicamentos prescritos a Olivia e com o perigo que estes representavam, caso fossem misturados com drogas recreativas ou álcool.

Olivia Lua é a quinta estrela pornográfica a morrer em pouco mais de três meses, apesar de não existir, oficialmente, uma relação entre as mortes das outras mulheres que perderam a vida nos EUA e Canadá. As norte-americanas Olivia Nova, de 20 anos, e Yurizan Beltran, de 31 anos, e as canadianas August Ames, de 23, e Shyla Stylez, de 35, também foram recentemente encontradas mortas.

Ler mais

Exclusivos

Premium

João Gobern

País com poetas

Há muito para elogiar nos que, sem perspectivas de lucro imediato, de retorno garantido, de negócio fácil, sabem aproveitar - e reciclar - o património acumulado noutras eras. Ora, numa fase em que a Poesia se reergue, muitas vezes por vias "alternativas", de esquecimentos e atropelos, merece inteiro destaque a iniciativa da editora Valentim de Carvalho, que decidiu regressar, em edições "revistas e aumentadas", ao seu magnífico espólio de gravações de poetas. Originalmente, na colecção publicada entre 1959 e 1975, o desafio era grande - cabia aos autores a responsabilidade de dizerem as suas próprias criações, acabando por personalizá-las ainda mais, injectando sangue próprio às palavras que já antes tinham posto ao nosso dispor.