Livestream Plataforma

Jornal online junta JN, DN, TSF, Dinheiro Vivo, Folha de São Paulo, Rede Bandeirantes, O País, Rádio Mais, Jornal de Angola e Plataforma Macau

O futuro das redes globais no espaço dos países e regiões de língua portuguesa está hoje em debate no centro de convenções da Doca dos Pescadores em Macau, numa conferência onde também se apresenta o Plataforma um jornal online que reúne notícias e reportagens de vários órgãos de comunicação social em língua portuguesa.

O Plataforma é trilingue (em português, chinês e inglês) e tem uma redação em Lisboa e Macau que, para além de conteúdos próprios, faz a curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, análises e outros conteúdos multimédia dos parceiros aderentes: Jornal de Notícias, Diário de Notícias, TSF, Dinheiro Vivo, Folha de São Paulo, Rede Bandeirantes, O País, Rádio Mais, Jornal de Angola e Plataforma Maca.

Para além daqueles órgãos de comunicação social de Portugal, Brasil, Angola e Macau, o Plataforma espera vir a ter parcerias com marcas de todos os 11 países de língua oficial portuguesa..

O evento de Macau (com início às 18h30 horas locais, 11h30 de Lisboa) terá como oradores convidados Glória Batalha Ung, Secretária-adjunta do Fórum para a Cooperação entre a China e os Países de Língua Portuguesa e administradora do Instituto para a Promoção do Comercio e Investimento de Macau, Jorge Neto Valente, presidente da Associação dos Advogados de Macau, e João Francisco Pinto, diretor de Informação e Programas dos Canais Portugueses da Teledifusão de Macau (TDM), sendo moderado pelo presidente do Global Media Group Macau, Paulo Rego.

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Opinião

Que a clubite não mate a história empolgante de um hacker

O hacker português é provavelmente uma história à portuguesa. Rapaz esperto, licenciado em História e especialista em informática, provavelmente coca-bichinhos, tudo indica, toupeira da internet, fã de futebol, terá descoberto que todos os estes interesses davam uma mistura explosiva, quando combinados. Pôs-se a investigar sites, e-mails de fundos de jogadores, de jogadores, de clubes de jogadores, de agentes de jogadores e de muitas entidades ligadas a esse estranho e grande mundo do futebol.

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Ferreira Fernandes

"Orrrderrr!", começou a campanha europeia

Através do YouTube, faz grande sucesso entre nós um florilégio de gritos de John Bercow - vocês sabem, o speaker do Parlamento britânico. O grito dele é só um, em crescendo, "order, orrderr, ORRRDERRR!", e essa palavra quer dizer o que parece. Aquele "ordem!" proclamada pelo presidente da Câmara dos Comuns demonstra a falta de autoridade de toda a gente vulgar que hoje se senta no Parlamento que iniciou a democracia na velha Europa. Ora, se o grito de Bercow diz muito mais do que parece, o nosso interesse por ele, através do YouTube, diz mais de nós do que de Bercow. E, acreditem, tudo isto tem que ver com a nossa vida, até com a vidinha, e com o mundo em que vivemos.

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Marisa Matias

Mulheres

Nesta semana, um país inteiro juntou-se solidariamente às mulheres andaluzas. Falo do nosso país vizinho, como é óbvio. A chegada ao poder do partido Vox foi a legitimação de um discurso e de uma postura sexistas que julgávamos já eliminadas aqui por estes lados. Pois não é assim. Se durante algumas décadas assistimos ao reforço dos direitos das mulheres, nos últimos anos, a ascensão de forças políticas conservadoras e sexistas mostrou o quão rápida pode ser a destruição de direitos que levaram anos a construir. Na Hungria, as autoridades acham que o lugar da mulher é em casa, na Polónia não podem vestir de preto para não serem confundidas com gente que acha que tem direitos, em Espanha passaram a categoria de segunda na Andaluzia. Os exemplos podiam ser mais extensos, os tempos que vivemos são estes. Mas há sempre quem não desista, e onde se escreve retrocesso nas instituições, soma-se resistência nas ruas.

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Maria Antónia de Almeida Santos

Ser ou não ser, eis a questão

De facto, desde o famoso "to be, or not to be" de Shakespeare que não se assistia a tão intenso dilema britânico. A confirmação do desacordo do Brexit e o chumbo da moção de censura a May agudizaram a imprevisibilidade do modo como o Reino Unido acordará desse mesmo desacordo. Uma das causas do Brexit terá sido certamente a corrente nacionalista, de base populista, com a qual a Europa em geral se debate. Mas não é a única causa. Como deverá a restante Europa reagir? Em primeiro lugar, com calma e serenidade. Em seguida, com muita atenção, pois invariavelmente o único ganho do erro resulta do que aprendemos com o mesmo. Imperativo é também que aprendamos a aprender em conjunto.