EUA. Jornalista que considerava as vacinas "o diabo" morre com gripe suína

Uma jornalista norte-americana de 26 anos, que era contra as vacinas e que morreu recentemente, tinha gripe H1N1, também conhecida como gripe suína que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), se previne com vacinação.

A morte de Bre Payton, uma colaboradora dos meios de comunicação social conservadores como a Fox News ou a One America News Network, foi confirmada pela revista The Federalist, onde também trabalhou.

A revista citou fontes familiares que revelaram a causa de morte da jornalista, que foi encontrada inconsciente no seu apartamento em San Diego, apesar de habitualmente residir em Washington.

Segundo a agência EFE, as fontes familiares revelaram que Bre Payton tinha a gripe suína, bem como meningite.

A jornalista manifestava-se abertamente contra as vacinas e através da sua conta na rede social Twitter chegou mesmo a considerá-las "o diabo".

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'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?