Menos horas extraordinárias para incentivar produtividade

Segundo uma sondagem realizada pelo Governo em 2015, 1,1 milhões de trabalhadores fizeram mais de 100 horas extra mensais

O Governo japonês planeia reduzir o limite de horas extraordinárias que os empregados podem trabalhar, com o objetivo de diminuir os longos dias de trabalho habituais neste país e aumentar a produtividade, informa a imprensa local.

A legislação japonesa estabelece atualmente um limite de 45 horas extra por mês, apesar de este número poder ser aumentado até às 100 horas mensais se o funcionário assinar uma "cláusula especial" no seu contrato que aceita estas condições.

O Executivo contempla agora fixar um novo limite máximo que impeça, em qualquer situação, que se ultrapassem as 80 horas suplementares mensais, incluindo um pacote de medidas destinadas a reformar o mercado de trabalho, segundo o jornal Nikkei.

Segundo uma sondagem realizada pelo Governo em 2015, 1,1 milhões de trabalhadores fizeram mais de 100 horas extra mensais.

A norma laboral fixa um máximo de 40 horas de trabalho por semana, com exceções para determinadas profissões, e diz que o tempo de trabalho que supere este limite deve ser considerado como horas extraordinárias e retribuído com uma compensação especial.

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

Navegantes da fé

Este livro de D. Ximenes Belo intitulado Missionários Transmontanos em Timor-Leste aparece numa época que me tem parecido de outono ocidental, com decadência das estruturas legais organizadas para tornar efetiva a governança do globalismo em face da ocidentalização do globo que os portugueses iniciaram, abrindo a época que os historiadores chamaram de Descobertas e em que os chamados navegantes da fé legaram o imperativo do "mundo único", isto é, sem guerras, e da "terra casa comum dos homens", hoje com expressão na ONU.