Explosão no metro de Londres: o que se sabe até agora

O mais recente atentado terrorista em Londres fez 22 vítimas

Esta sexta-feira de manhã houve uma explosão e um incêndio no interior de uma carruagem do metro de Londres, Reino Unido, que provocou 22 feridos. Incidente está a ser tratado como um atentado terrorista.

- A explosão foi provocada por um engenho explosivo artesanal. Imprensa britânica avança, citando fontes da polícia, que o engenho não explodiu por completo e tinha um temporizador.

- A primeira-ministra britânica, Theresa May, disse que a bomba tinha intenção de causar "estragos significativos".

- Engenho estava num saco de plástico com um balde dentro.

- A explosão ocorreu às 08:21 da manhã e os passageiros do metro saíram na estação de Parsons Green.

- 22 pessoas ficaram feridas, a maioria devido às chamas, e foram encaminhadas para o hospital. Oito dos feridos já receberam alta.

- Testemunhas descreveram um grande barulho e "uma bola de fogo".

- Incidente está a ser investigado pela unidade de contraterrorismo da Scotland Yard e pelos serviços de inteligência britânicos, o MI5.

- Para já, não há detidos. "Há uma caça ao homem enquanto falamos", disse esta manhã o mayor de Londres, Sadiq Khan, numa entrevista.

- A imprensa britânica afirma que a polícia identificou à tarde um suspeito do ataque.

- As ruas próximas da estação de metro de Parsons Green estão encerradas e a área foi evacuada.

- Circulação de autocarros na zona foi cortada, assim como parte do metro no sudoeste de Londres.

- Theresa May, convocou uma reunião do comité de emergência britânico. No final, garantiu que o nível de ameaça terrorista no Reino Unido não será aumentado. O Reino Unido tem um nível de ameaça terrorista "severo", o que significa que há altas probabilidades de ocorrerem atentados.

[Notícia atualizada às 16:30]

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.