Detidos três suspeitos de prepararem ataque terrorista

O nível de ameaça terrorista no país permanece "relativamente alto", mas inalterado, mantendo-se no nível três, numa escala de cinco

Três pessoas foram detidas hoje no norte da Suécia e na área de Estocolmo por suspeitas de prepararem um atentado terrorista, informaram os serviços de inteligência suecos.

As detenções foram o resultado de uma ação coordenada dos serviços de inteligência suecos e da polícia, durante a qual outras pessoas foram detidas para serem interrogadas pelas autoridades.

"Os preparativos para o crime de que são suspeitos estão em andamento há algum tempo, mas não havia indicação de que um ataque ocorreria nos próximos dias", afirmou uma fonte dos serviços de inteligência da Suécia.

O nível de ameaça terrorista na Suécia permanece "relativamente alto", mas inalterado, mantendo-se no nível três, numa escala de cinco.

Estocolmo sofreu uma explosão de um camião-bomba na principal rua pedonal da capital sueca, em abril, na qual cinco pessoas foram morreram e mais de uma dúzia ficaram feridas.

O autor confesso do ataque foi Rakhmat Akilov, um uzbeque cujo pedido de asilo foi rejeitado e que, de acordo com as alegações na justiça, queria forçar a Suécia a deixar a coligação internacional contra o grupo extremista Estado Islâmico(IS).

Ler mais

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

Diário de Notícias

A ditadura em Espanha

A manchete deste dia 19 de setembro de 1923 fazia-se de notícias do país vizinho: a ditadura em Espanha. "Primo de Rivera propõe-se governar três meses", noticiava o DN, acrescentando que, "findo esse prazo, verá se a opinião pública o anima a organizar ministério constitucional". Explicava este jornal então que "o partido conservador condena o movimento e protesta contra as acusações que lhe são feitas pelo ditador".