Depois do Texas, Trump decreta estado de emergência no Louisiana

O presidente norte-americano, Donald Trump, decretou hoje o estado de emergência federal no Louisiana, estado para onde se dirige a tempestade Harvey, que deixou a cidade de Houston debaixo de água.

A declaração de emergência abrange inicialmente cinco paróquias do Louisiana: Beauregard, Calcasieeu, Cameron, Jefferson Davis e Vermillion.

A medida permite que as operações de emergência relativas ao Harvey sejam coordenadas nesses locais pela agência federal de gestão de emergências, FEMA, segundo um comunicado da Casa Branca.

A declaração de emergência implica também que o governo federal cubra 75% do custo de algumas medidas de proteção.

O governador do Louisiana, John Bel Edwards, referiu a necessidade de equipamento de busca e salvamento, assim como abrigos, especialmente no sudoeste do estado, onde os meteorologistas preveem a queda de 25 a 50 centímetros de chuva por metro quadrado.

Donald Trump decretou o estado de emergência federal no Texas na sexta-feira à noite.

O Harvey tocou terra na madrugada de sábado, na costa do Texas, como furacão de categoria 4, numa escala de cinco, perdeu força nas primeiras horas e tornou-se uma tempestade tropical.

No Texas, chuvas muito intensas provocaram inundações em várias localidades, nomeadamente em Houston, quarta maior cidade dos Estados Unidos, com cerca de dois milhões de habitantes.

Ler mais

Premium

João Almeida Moreira

Bolsonaro, curiosidade ou fúria

Perante um fenómeno que nos pareça ultrajante podemos ter uma de duas atitudes: ficar furiosos ou curiosos. Como a fúria é o menos produtivo dos sentimentos, optemos por experimentar curiosidade pela ascensão de Jair Bolsonaro, o candidato de extrema-direita do PSL em quem um em cada três eleitores brasileiros vota, segundo sondagem de segunda-feira do banco BTG Pactual e do Instituto FSB, apesar do seu passado (e presente) machista, xenófobo e homofóbico.

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.