Cuba proíbe nome e imagem de Fidel Castro em espaços públicos

Raúl Castro revelou tratar-se de um desejo do irmão

O parlamento cubano aprovou hoje uma lei que proíbe o uso do nome do seu histórico líder recentemente falecido, Fidel Castro, em espaços públicos e a utilização da sua imagem para erigir monumentos.

Na última sessão deste ano da Assembleia Nacional de Cuba (parlamento unicameral), liderada pelo atual Presidente, Raúl Castro, os mais de 600 deputados cubanos aprovaram o instrumento jurídico que sustenta a vontade expressa por 'El Comandante' de "evitar qualquer manifestação de culto da personalidade", noticiou a Agência Cubana de Notícias.

O desejo de Fidel, que morreu a 25 de novembro em Havana, aos 90 anos, foi dado a conhecer pelo seu irmão Raúl a 03 de dezembro, durante uma concentração maciça de despedida na cidade de Santiago de Cuba, onde no dia seguinte foram sepultados os restos mortais do líder da Revolução Cubana, que esteve no poder quase meio século (entre 1959 e 2006).

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É procurador no Tribunal de Cascais há 25 anos. Escolheu sempre a área de família e menores. Hoje ainda se choca com o facto de ser uma das áreas da sociedade em que não se investe muito, quer em meios quer em estratégia. Por isso, defende que ainda há situações em que o Estado deveria intervir, outras que deveriam mudar. Tudo pelo superior interesse da criança.