Centro de Liverpool encerrado devido a ameaça de bomba. Um homem foi detido

Um homem subiu para o quinto andar de um edifício com um "embrulho suspeito". Após quatro horas e meio de cerco, foi detido

Várias ruas do centro de Liverpool, no noroeste de Inglaterra, foram hoje fechadas e evacuadas devido a uma ameaça de bomba feita por um homem que esteve entrincheirado num edifício da zona e que entretanto já foi detido, informou a polícia britânica.

Segundo a polícia da zona de Merseyside, os empregados do edifício Silkhouse Court ativaram o alarme de incêndio depois de verem um homem subir para o quinto andar com um "embrulho suspeito" cerca das 10:30 TMG (mesma hora em Lisboa).

"O homem está dentro do prédio e os negociadores estão em contacto direto com ele para tentar resolver a situação o mais depressa possível", indicou no início da operação a polícia num comunicado, adiantando que foi instalado um cordão policial como "medida de precaução".

Quatro horas e meia depois, as autoridades deram por terminada a operação, com a detenção do homem.

A polícia da zona de Merseyside confirmou que o homem vai ser interrogado e que nenhum ferido resultou deste incidente. A zona vai continuar encerrada até que seja realizada uma inspeção e que seja determinada como segura.

Uma seguradora especializada em veículos marítimos estará na base deste incidente.

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Henrique Burnay

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Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.