Casal alemão condenado por ter vendido o filho a pedófilos na dark web

A mãe e o padrasto da criança abusaram sexualmente da criança durante dois anos

O casal alemão acusado de abusar sexualmente o filho de dez anos e de o vender para prostituição na dark web, o mercado negro da Internet, foi condenado a 12 anos de prisão. O tribunal de Freiburg decretou ainda o pagamento de 42.500 euros à criança e a outra menina de três anos de quem também abusaram.

O julgamento da mãe e do padrasto do menino começou em junho e estes foram acusados de violação, agressão sexual agravada de crianças, prostituição forçada e distribuição de pornografia infantil. Durante dois anos, o casal violou repetitivamente a criança e venderam-na a pedófilos na dark web, um motor de pesquisa fora do acesso convencional.

O padrasto Christian Lais, de 39 anos, já tinha sido condenado anteriormente por abuso de criança, agora ficará preso durante 12 anos. Depois de cumprir a sentença terá de permanecer em custódia preventiva. Já Christian e Berrin Taha,a mãe, de 48 anos, foi condenada a 12 anos e seis meses.

A criança de dez anos está entregue a uma família de acolhimento e a receber acompanhamento psicológico.

Esta segunda-feira, o mesmo tribunal no sul da Alemanha condenou um espanhol a dez anos de prisão por abusos sexuais a um rapaz.

Ler mais

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.