Casa Branca confirma encontro entre Donald Trump e Vladimir Putin

A Casa Branca confirmou hoje o encontro de segunda-feira entre Donald Trump e Vladimir Putin, apesar dos pedidos de cancelamento na sequência da denúncia de que agentes russos interferiram nas eleições presidências de 2016

"Vai acontecer", disse Sarah Sanders, porta-voz do governo norte-americano, quando questionada sobre o encontro previsto para segunda-feira em Helsínquia entre o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o Presidente da Rússia, Vladimir Putin.

Diversos responsáveis, incluindo o líder da minoria democrata do Senado dos Estados Unidos, Chuck Schumer, exigiram o cancelamento do encontro entre os dois presidentes, na sequência de novas acusações sobre a alegada ingerência russa nas eleições presidenciais de 2016.

"Estas acusações são mais uma prova que toda a gente, à exceção do Presidente, parece entender: o Presidente Putin é um adversário que interferiu nas nossas eleições para ajudar Trump a ganhar" as eleições, disse Schumer num comunicado divulgado esta sexta-feira.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou esta sexta-feira ter acusado 12 oficiais de inteligência da Rússia, por práticas de pirataria informática no ato que elegeu Donald Trump para a Presidência norte-americana, em 2016.

A Casa Branca, através da porta-voz Lindsay Walters, salientou que a nova acusação não contém alegações de envolvimento de qualquer pessoa da campanha de Trump, ou de que a pirataria informática de que os russos são acusados afetou o resultado das eleições presidenciais de 2016.

Ler mais

Exclusivos

Ricardo Paes Mamede

DN+ Queremos mesmo pagar às pessoas para se reproduzirem?

De acordo com os dados do Banco Mundial, Portugal apresentava em 2016 a sexta taxa de fertilidade mais baixa do mundo. As previsões do INE apontam para que a população do país se reduza em mais de 2,5 milhões de habitantes até 2080, caso as tendências recentes se mantenham. Segundo os dados da OCDE, entre os países com economias mais avançadas Portugal é dos que gastam menos com políticas de apoio à família. Face a estes dados, a conclusão parece óbvia: é preciso que o Estado dê mais incentivos financeiros aos portugueses em idade reprodutiva para que tenham mais filhos.