Campanha de Trump contactou Wikileaks para "piratear" emails de Hillary Clinton

"Posso confirmar um contacto com a Cambridge Analytica e posso confirmar que o Wikileaks o rejeitou", disse Julian Assange

Uma empresa contratada pela campanha presidencial de Donald Trump contactou o fundador do Wikileaks para "piratear" emails da conta privada que Hillary Clinton utilizou quando era secretária de Estado, mas este negou a colaboração, disse o próprio Julian Assange.

A empresa que contactou com o Wikileaks foi a Cambridge Analytica, com escritórios em Nova Iorque, Washington e Londres e dedicada à análise de dados, confirmou Assange no Twitter depois de meios de comunicação terem publicado a informação.

"Posso confirmar um contacto com a Cambridge Analytica (antes de novembro do ano passado) e posso confirmar que o Wikileaks o rejeitou", disse Assange.

Foi o diretor da Cambridge Analytica, Alexander Nix, que divulgou a sua abordagem a Assange num e-mail enviado a vários doadores de Trump, incluindo Rebekah Mercer, mas afirmou que não recebeu nenhum membro da campanha do magnata, segundo a CNN.

A campanha de Trump contratou os serviços da Cambridge Analytica em 2016.

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