Caçadores furtivos devorados por leões na África do Sul

Proprietário da reserva de Sibuya não consegue indicar quantos caçadores seriam, indicando que foi encontra "roupa para três pessoas"

Pelo menos três caçadores furtivos na pista de rinocerontes foram devorados por leões numa reserva de caça privada no sudeste da África do Sul, disse esta quinta-feira o proprietário da reserva.

Armados com uma espingarda e um machado, os caçadores entraram na reserva de Sibuya na manhã de segunda-feira e foram encontrados desmembrados na manhã seguinte, declarou à agência France Presse Nick Fox.

O proprietário da reserva contou que os homens terão dado por si no meio de um grupo grande de leões e que "não terão tido muito tempo para reagir".

"Não sabemos exatamente quantos eram" os caçadores, disse ainda, adiantando que foi encontrada "roupa para três pessoas".

Milhares de rinocerontes são abatidos anualmente em África devido aos seus chifres, muito populares entre os adeptos da medicina tradicional na China e no Vietname.

Apenas restam 5.000 rinocerontes negros no continente africano, perto de 1.900 dos quais na África do Sul. O país conta também com cerca de 20.000 rinocerontes brancos, cerca de 80% da população mundial.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Brexit

"Não penso que Theresa May seja uma mulher muito confiável"

O diretor do gabinete em Bruxelas do think tank Open Europe afirma ao DN que a União Europeia não deve fechar a porta das negociações com o Reino Unido, mas considera que, para tal, Theresa May precisa de ser "mais clara". Vê a possibilidade de travar o Brexit como algo muito remoto, de "hipóteses muito reduzidas", dependente de muitos fatores difíceis de conjugar.

Premium

Pedro Lains

"Gilets jaunes": se querem a globalização, alguma coisa tem de ser feita

Há muito que existe um problema no mundo ocidental que precisa de uma solução. A globalização e o desenvolvimento dos mercados internacionais trazem benefícios, mas esses benefícios tendem a ser distribuídos de forma desigual. Trata-se de um problema bem identificado, com soluções conhecidas, faltando apenas a vontade política para o enfrentar. Essa vontade está em franco desenvolvimento e esperemos que os recentes acontecimentos em França sejam mais uma contribuição importante.