Banqueiros proibidos de entrar neste restaurante

À porta do estabelecimento lê-se que os cães podem entrar, mas os banqueiros ficam à porta

O proprietário do "Les Ecuries de Richelieu", em Rueil-Malmaison, arredores de Paris, não quer banqueiros dentro do seu restaurante. "Trataram-me como um cão", afirma ao jornal "The Local". Por isso, decidiu dar-lhes o mesmo tratamento que muitos empresários da restauração dão aos cães: proíbe-os de entrar.

"Cães aceites. Banqueiros proibidos", lê-se num quadro de ardósia colocado à porta do restaurante, o qual refere que para o fazerem terão de pagar 70 mil euros.

Esta é a vingança de Alexandre Callet, 30 anos, pelas recusas de vários bancos em dar-lhe um empréstimo nesse valor para abrir um segundo restaurante. O empresário considera que a quantia é irrisória, tendo em conta o volume de negócios do ano passado, na ordem dos 300 mil euros.

"Acredito na reciprocidade. Tinha de responder. Se me batem eu bato também", diz, salientando que se trata de um restaurante de qualidade, onde vão estrelas de cinema, e que consta do guia da Michelin.

Há há sete anos, quando tentou abrir este restaurante, Alexandre Callet teve problemas com a banca: teve mais de 20 negas até que um banco acedeu a fazer-lhe o empréstimo.

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