Bailey tinha 16 anos quando o pai morreu. Aos 21, recebeu as últimas flores que ele enviou

Pai de Bailey Sellers garantiu, antes de morrer, que a filha iria receber flores no dia de aniversário nos cinco anos seguintes

Bailey Sellers tinha apenas 16 anos quando o pai morreu, vítima de cancro. Mas, desde então, todos os anos no dia de aniversário a jovem recebia um ramo de flores do progenitor, que antes de morrer quis fazer uma última surpresa à filha e pagou para que lhe fossem enviadas flores nos cinco anos seguintes.

O último bouquet chegou há poucos dias, no 21º aniversário de Bailey, que quis partilhar com os amigos no Twitter o derradeiro presente do pai. As flores chegaram com um cartão, onde ele escreveu: "Continuarei a estar contigo a cada etapa, basta olhares em volta e eu estarei lá".

A jovem, que é de Knoxville, nos EUA, explicou no Twitter o que o pai tinha feito, partilhando com os seguidores as fotografias do ramo de flores, do cartão e ainda uma foto antiga, na praia com o pai. A publicação rapidamente se tornou viral.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

Os irados e o PAN

A TVI fez uma reportagem sobre um grupo de nome IRA, Intervenção e Resgate Animal. Retirados alguns erros na peça, como, por exemplo, tomar por sério um vídeo claramente satírico, mostra-se que estamos perante uma organização de justiceiros. Basta, aliás, ir à página deste grupo - que tem 136 000 seguidores - no Facebook para ter a confirmação inequívoca de que é um grupo de gente que despreza a lei e as instituições democráticas e que decidiu fazer aquilo que acha que é justiça pelas suas próprias mãos.

Premium

Margarida Balseiro Lopes

Falta (transparência) de financiamento na ciência

No início de 2018 foi apresentado em Portugal um relatório da OCDE sobre Ensino Superior e a Ciência. No diagnóstico feito à situação portuguesa conclui-se que é imperativa a necessidade de reformar e reorganizar a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), de aumentar a sua capacidade de gestão estratégica e de afastar o risco de captura de financiamento por áreas ou grupos. Quase um ano depois, relativamente a estas medidas que se impunham, o governo nada fez.