Carro suspeito obriga a cortar Avenida Gran Via em Madrid

Polícia já descartou qualquer ameaça e retirou o veículo

A Gran Via, uma das mais movimentadas avenidas de Madrid, foi cortada ao trânsito hoje ao fim da tarde, depois de detetado um veículo sem condutor abandonado na via, informaram fontes dos serviços de emergência.

A polícia ativou o protocolo de segurança e isolou a área para inspecionar o veículo, depois de vedar um amplo trecho da Gran Via, adiantou a agência noticiosa Efe. O automóvel foi entretanto retirado do local, tendo a polícia descartado qualquer ameaça.

O carro abandonado era um Nissan Qashqai preto, parado perto do número 60, no sentido Gran Via-Praça de Espanha. O condutor, descrito como um homem alto, segundo o El Mundo, terá parado o carro e saído com uma mala na mão.

A interrupção do trânsito afetou pelo menos a secção que vai da Plaza de Espanha à Plaza de Callao.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.