Antigo presidente da Finlândia morreu aos 93 anos

Mauno Koivisto morreu durante a noite em Helsínquia. Antes de ser presidente, foi primeiro-ministro, titular da pasta das Finanças e governador do banco central

O antigo presidente da Finlândia Mauno Koivisto, de 93 anos, morreu durante a noite, num hospital de Helsínquia, informou hoje o gabinete do atual chefe de Estado, na sua página da internet.

Mauno Koivisto foi o nono presidente da Finlândia e liderou o país durante 12 anos, entre 1982 e 1994, uma época em que ocorreu a queda do muro de Berlim, o fim da Guerra Fria e a desintegração da ex-URSS.

Antes de ocupar a Presidência do país, foi primeiro-ministro, titular da pasta das Finanças e governador do banco central.

O político socialdemocrata, que terá um funeral de Estado, sucedeu a Urko Kekonnen que esteve no cargo 25 anos.

Mauno Koivisto teve a tarefa de dirigir aquele país escandinavo segundo as regras das democracias avançadas ocidentais, ao contrário do seu antecessor, que teve um estilo de liderança mais autoritário.

Ler mais

Exclusivos

Premium

João Gobern

As vidas atrás dos espelhos

Mais do que qualquer apetite científico ou do que qualquer desejo de mergulho académico, o prazer dos documentários biográficos vai-me servindo sobretudo para aconchegar a curiosidade e a vontade de descobrir novos pormenores sobre os visados, até para poder ligar pontas que, antes dessas abordagens, pareciam soltas e desligadas. No domínio das artes, essas motivações crescem exponencialmente, até por permitirem descobrir, nas vidas, circunstâncias e contextos que ganham reflexo nas obras. Como estas coisas valem mais quando vão aparecendo naturalmente, acontecem-me por revoadas. A presente pôs-me a ver três poderosos documentos sobre gente do cinema, em que nem sempre o "valor facial" retrata o real.

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

Premium

Rui Pedro Tendinha

O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.