Segurança egípcia matou sete simpatizantes do EI que planeavam novos ataques

As armas, munições e uma coleção de publicações do EI foram encontradas no local,

DN/Lusa
© REUTERS/Mohamed Abd El Ghany

As forças de segurança egípcias mataram sete simpatizantes do grupo radical Estado Islâmico (EI) que planeavam ataques contra os cristãos coptas, anunciaram hoje as autoridades, após um duplo e sangrento atentado 'jihadista' contra esta comunidade.

O Ministério do Interior indicou egípcio, em comunicado, que estes "elementos que partilham a ideologia do Daesh (acrónimo em árabe) se encontravam numa região montanhesa da província de Assiout (sul)" e que foram mortos após uma troca de tiros.

Apesar de não precisar a data dos confrontos, mas o anúncio acontece após dois ataques, domingo, contra uma igreja copta em Tanta e uma outra em Alexandria, no norte do país, dos quais resultaram 45 mortos e dezenas de feridos.

Os ataques foram reivindicados pelo Daech que ameaçou a comunidade copta com outros atentados.

Os sete suspeitos mortos estariam a "fabricar explosivos para cometerem ataques terroristas", afirmou o ministério.

Quando as forças de segurança se aproximaram do esconderijo, eles abriram fogo, provocando uma respostas destas forças

As armas, munições e uma coleção de publicações do EI foram encontradas no local, acrescentou a mesma fonte.

Dos sete suspeitos, três foram identificados. Apresentados como simpatizantes do EI, eram suspeitos de planear um ataque contra os coptas na região de Assiout e de Sohag (sul) e eram procurados pela segurança egípcia, segundo o ministério.