Carros de luxo esmagados nas Filipinas sob olhar atento de Duterte

Presidente filipino supervisionou a destruição de duas dezenas de automóveis, avaliados num milhão de dólares, que tinham sido importados ilegalmente para o país

Bárbara Cruz
Presidente assistiu à destruição dos automóveis na capital das Filipinas | foto EPA/MARK R. CRISTINO
Presidente assistiu à destruição dos automóveis na capital das Filipinas | foto REUTERS/ROMEO RANOCO
Presidente assistiu à destruição dos automóveis na capital das Filipinas | foto EPA/MARK R. CRISTINO
Presidente assistiu à destruição dos automóveis na capital das Filipinas | foto EPA/MARK R. CRISTINO
Presidente assistiu à destruição dos automóveis na capital das Filipinas | foto EPA/MARK R. CRISTINO
Presidente assistiu à destruição dos automóveis na capital das Filipinas | foto EPA/MARK R. CRISTINO
Presidente assistiu à destruição dos automóveis na capital das Filipinas | foto EPA/MARK R. CRISTINO
Presidente assistiu à destruição dos automóveis na capital das Filipinas | foto EPA/MARK R. CRISTINO
Presidente assistiu à destruição dos automóveis na capital das Filipinas | foto EPA/MARK R. CRISTINO
Presidente assistiu à destruição dos automóveis na capital das Filipinas | foto EPA/MARK R. CRISTINO

O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, assistiu na terça-feira em Manila à destruição de 20 automóveis de luxo, cujo valor estimado ultrapassa o milhão de dólares - cerca de 800 mil euros - e que tinham sido apreendidos pelas autoridades alfandegárias por terem sido ilegalmente importados para o país.

À medida que um porta-voz ia anunciado o ano e a marca dos veículos - Pajero, BMW, Audi, Mercedes ou Jaguar - uma máquina escavadora ia passando por cima dos automóveis, esmagando-os até ficarem completamente destruídos.

A imprensa local avançou na semana passada que os importadores estavam a leiloar carros levados ilegalmente para as Filipinas para evitar pagar os custos à alfândega, ação que terá motivado a medida drástica da presidência. Recorde-se que Francisco Duterte não tem poupado recursos para mostrar que leva a sério a luta contra a corrupção e o consumo de drogas, tendo sido alvo de críticas por parte da comunidade internacional por recorrer à força e incentivar as forças de segurança a matar traficantes e consumidores de estupefacientes.