Americana processa Twitter, Facebook e Google

Uma cidadã americana que estava em Paris nos ataques de 2015 considera que o acesso às redes sociais ajudou os terroristas do Estado Islâmico

Uma americana que estava em Paris durante os ataques de 2015 processou Twitter, Facebook e Google, alegando que estas empresas ajudaram os terroristas do Estado Islâmico, dando-lhe acesso às redes sociais.

Segundo o jornal Chicago Sun-Times, citado pela Associated Press, Mandy Palmucci registou o processo federal contra as redes sociais na semana passada, em Chicago.

Na ação judicial ela conta que durante os atentados estava num café de Paris, onde morreram 12 pessoas, situação que lhe provocou forte dano emocional.

Os ataques simultâneos a diversos cafés, ao estádio nacional e a uma sala de concertos provocaram a morte de 130 pessoas. Os atentados foram reivindicados pelo grupo terrorista Estado Islâmico.

Em resposta ao processo judicial de Mandy Palmucci , o Facebook disse, em um comunicado "que não há lugar" no seu serviço para aqueles que se envolvem em terrorismo ou para conteúdos que apoiem essa atividade.

O Twitter e Google preferiram não comentar.

Processos similares em outros lugares dos Estados Unidos têm sido derrotados com o argumento de que a lei protege os fornecedores on-line de serem responsabilizados pelo conteúdo postado pelos usuários.

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