Amazon quer controlar funcionários com pulseira eletrónica

Governo italiano proibiu a empresa de localizar trabalhadores com o dispositivo

"A pulseira eletrónica é contra a lei", disse Teresa Maria Di Salvo, vice-presidente do Partido Democrata, líder do Governo italiano, e candidata à Câmara dos Deputados, nas próximas eleições gerais de 4 de março.

Segundo o jornal El Mundo, a Amazon queria que os trabalhadores usassem uma pulseira eletrónica que registasse os movimentos e a localização dos empregados, mas a Itália recordou à empresa norte-americana que essa possibilidade é contra a lei.

O Ministro de Desenvolvimento Económico, Carlo Calenda, revelou também ter-se reunido com membros da empresa, em Roma, aos quais explicou "que as únicas pulseiras feitas em Itália são as de joalharia. (...) Essa não é uma prática em Itália e nunca será ", revelaram os meios de comunicação social italianos.

As declarações foram feitas após a Amazon patentear uma pulseira que regista o movimento de seus funcionários nas instalações e que indica onde estes estão em tempo real "com o objetivo de os ajudar nas suas tarefas diárias".

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