Hitler simulou o suicídio e fugiu para a Argentina? Ex-agente da CIA admite que sim

Novo documentário do Canal de História dá força a esta teoria

A História regista que Adolf Hitler se suicidou no seu bunker a 30 de abril de 1945 e o corpo foi depois queimado. Mas a falta de um cadáver logo deu azo a teorias afirmando que o ditador nazi tinha simulado a própria morte e escapado. Agora, um ex-agente da CIA e um especialista forense dizem ter provas de que tal pode mesmo ter acontecido.

Os argumentos são revelados na nova temporada do documentário Hunting Hitler, do Canal de História.

O antigo espião Bob Baer e Tim Kennedy, um sargento das forças especiais americanas que esteve envolvido nas investigações ao paradeiro de Bin Laden, entre outras, reviram mais de 12 mil documentos de agências de informação um pouco de todo o mundo que entretanto foram tornados públicos.

Entre eles, consta um telegrama do serviço de informações britânico afirmando que Hitler saiu de Berlim num avião da Luftwaffe pilotado pelo comandante Peter Baumgart no dia 29 de abril de 1945.

Os dois investigadores encontraram ainda uma suposta saída do bunker até agora desconhecida que, afirmam, poderia ter sido utilizada pelo fuhrer para fugir.

Segundo o documentário, o referido comandante Baumgart surge num outro documento como tendo voado numa "missão secreta" num Messerchmitt.

A teoria assim construída concretiza que Hitler voou até à Dinamarca, ainda ocupada, tendo aí mudado de avião para rumar à Argentina. Aqui, Baer e Kennedy encontram mesmo uma fotografia que lhes é apresentada como sendo do líder nazi.

No decurso da investigação, segundo o jornal britânico Daily Express, são também encontradas provas que apontam para a existência de uma descendente do líder da força aérea nazi Hermann Goering ainda viva, em Misiones, na Argentina. A mulher, identificada como Adela Goering, é supostamente a bisneta do chefe da Luftwaffe.

Em 1945, o que seriam os restos mortais de Hitler -- incluindo um maxilar inferior cujo tratamento dentário foi identificado como pertencendo ao ditador -- foram levados para Moscovo, onde ainda estarão, em parte incerta.

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