Faça o teste que fez Donald Trump para provar a saúde mental

Presidente dos EUA foi o primeiro a submeter-se a um teste cognitivo e fê-lo porque quis. Passou com pontuação máxima

Lançado há menos de duas semanas nos EUA, o livro Fire and Fury do jornalista Michael Wolff levantou questões sobre a Casa Branca de Donald Trump e mesmo sobre as capacidade cognitivas do presidente. Na sequência da polémica, Trump pediu para ser submetido a um teste cognitivo, para além de outros exames médicos que tinha agendados para esta altura: embora não sejam obrigatórios segundo a lei, os exames médicos ao presidente e a divulgação dos resultados tornaram-se a norma nos últimos anos nos EUA.

Assim, para além das análises ao sangue, urina ou eletrocardiograma, Trump, de 71 anos, fez o teste de avaliação cognitiva de Montreal (MOCA) e teve pontuação máxima. Entre as provas, encontram-se a identificação de animais que já estão desenhados, desenhar um relógio com uma determinada hora, memorizar palavras, fazer subtrações, saber em que dia se encontra ou bater na mesa sempre que se ouve a letra A.

Veja o enunciado do teste em português.

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O teste demora dez minutos e é utilizado para detetar problemas cognitivos, nomeadamente perda de memória ou dificuldade de concentração. É válido para todas as idades mas aplica-se normalmente a pessoas com mais de 65, para despistar eventuais demências.

É a primeira vez que um presidente dos EUA se submete a este teste, que é considerado superado se se obtiver uma pontuação entre 26 e 30 pontos. Trump passou com a pontuação máxima e, segundo o médico Ronny Jackson, "é mentalmente muito astuto". "Ele está em forma para o trabalho, estará para o que falta do mandato e até para um próximo se for eleito", acrescentou.

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