Cães e gatos terão sido as vítimas da queda de Boeing 737

Pelo menos quatro animais estavam registados no manifesto de bordo do avião que se despenhou no rio St. Johns, em Jacksonvile, mas acredita-se que poderiam ser mais. Estavam no porão do aparelho, numa zona que continua submersa.

O aparente "final feliz" do acidente com um Boeing 737 que se despenhou no rio St. Johns, em Jacksonvile, Florida, com os 143 passageiros e tripulantes a escapar com vida, está a ser ensombrado pela notícia de que os cães e gatos transportados a bordo não sobreviveram. Os animais seguiam no porão, parcialmente submerso, do aparelho que se despenhou na sexta-feira à noite. E as primeiras inspeções realizadas pelas equipas de salvamento não permitiram localizar nenhuma caixa de transporte de animais na zona que se encontrava à superfície.

"[Ainda] há água no portão de carga", confirmou ao jornal USA Today Kaylee LaRocque, porta-voz da Marinha dos Estados Unidos, que tinha fretado o aparelho. "Entristece-nos muito esta situação, há animais que infelizmente morreram."

Desde o acidente, muitas pessoas têm questionado, nomeadamente através das redes sociais, qual o destino dos animais - o manifesto de bordo referia apenas quatro, mas acredita-se que poderão ser mais. Ao início da tarde de ontem, a Naval Air Station de Jacksonvile, da Marinha, confirmou que os animais ainda não tinham sido localizados, com o acesso aos mesmos a ser condicionado por questões de segurança.

Outras fontes ligadas à investigação explicaram que o risco de afundamento do avião impediu as equipas de resgate de aprofundarem as buscas. As autoridades aeronáuticas impediram a retirada do aparelho até estarem concluídas as perícias no local, uma decisão que também está a motivar críticas face à presença de seres vivos no aparelho.

Exclusivos

Premium

Contratos públicos

Empresa que contratava médicos para prisões não pagou e sumiu

O Estado adjudicou à Corevalue Healthcare Solutions, Lda. o recrutamento de médicos, enfermeiros, psicólogos e auxiliares para as prisões. A empresa recrutou, não pagou e está incontactável. Em Lisboa há mais de 30 profissionais nesta situação e 40 mil euros por pagar. A Direção dos Serviços Prisionais diz nada poder fazer.