Ataques aéreos fizeram 68 mortos no Iémen

Primeiro ataque matou 54 civis, incluindo oito crianças, e o segundo provocou a morte de 14 pessoas, todas da mesma família

Pelo menos 68 pessoas morreram no Iémen na sequência de dois ataques aéreos da coligação dirigida pela Arábia Saudita contra os rebeldes houthis, disseram hoje as Nações Unidas.

O primeiro ataque atingiu "um mercado muito frequentado" na província de Taez (sudoeste do país) tendo provocado a morte a 54 civis, incluindo oito crianças, disse o coordenador das missões humanitárias da ONU no Iémen, Jamie McGoldrick, através de um comunicado.

O segundo bombardeamento matou 14 pessoas, todas da mesma família, na província de Hodeida, próximo do Mar Vermelho, acrescenta o mesmo comunicado das Nações Unidas.

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Elizabeth Warren tem um plano

Donald Trump continua com níveis baixos de aprovação nacional, mas capacidade muito elevada de manter a fidelidade republicana. A oportunidade para travar a reeleição do mais bizarro presidente que a história recente da América revelou existe: entre 55% e 60% dos eleitores garantem que Trump não merece segundo mandato. A chave está em saber se os democratas vão ser capazes de mobilizar para as urnas essa maioria anti-Trump que, para já, é só virtual. Em tempos normais, o centrismo experiente de Joe Biden seria a escolha mais avisada. Mas os EUA não vivem tempos normais. Kennedy apontou para a Lua e alimentava o "sonho americano". Obama oferecia a garantia de que ainda era possível acreditar nisso (yes we can). Elizabeth Warren pode não ter ambições tão inspiradoras - mas tem um plano. E esse plano da senadora corajosa e frontal do Massachusetts pode mesmo ser a maior ameaça a Donald Trump.