Além do coronavírus, China confirma também surto de gripe das aves

Em plena batalha contra o coronavírus, autoridades chinesas detetaram o H5N1, que no passado já infetou humanos, numa quinta na província de Hunan.

O Ministério da Agricultura chinês confirmou a existência de um surto de gripe das aves, o H5N1, numa quinta na cidade de Shaoyang, na província de Hunan. A doença já causou a morte de 4500 das 7850 galinhas que eram criadas nesta quinta.

As autoridades chinesas já abateram quase 19 mil aves.

Em 1997, a gripe das aves saltou para os humanos, fazendo seis vítimas mortais em Hong Kong. Reapareceu em 2003, no Sudeste Asiático, resultado num total de 282 mortes em 468 casos registados em 15 países, segundo um balanço da Organização Mundial da Saúde.

O H5N1 afeta aves, principalmente aves domésticas, passando para o ser humano através do contacto direto com os animais infetados. Não se pode falar de uma epidemia humana de gripe das aves, já que a transmissão entre seres humanos é difícil e ocorreu num pequeno número de pessoas. Mas, quando infeta, a taxa de mortalidade é de 60%, tendo havido sempre receio de que o vírus pudesse evoluir e tornar-se mais facilmente transmissível.

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