O que não deve fazer junto a um radar de velocidade

Estão cada vez mais presentes nas estradas e assumem diversas formas - entre os fixos e os móveis, os radares de controlo de velocidade são uma circunstância usual do quotidiano de muitos condutores.

Seria então de prever que, atendendo ao seu número já elevado nas estradas, sobretudo aos que estão devidamente assinalados, os condutores estivessem já habituados a conduzirem de forma corriqueira junto aos mesmos. Contudo, há ainda quem tenha comportamentos demasiado erráticos junto de um radar.

Neste artigo, saiba então o que não deve fazer junto a um radar de controlo de velocidade.

1. O primeiro ponto é óbvio: não exceder o limite de velocidade permitido para cada via. Parece uma banalidade, mas são ainda muitos os condutores apanhados em excesso de velocidade quando circulam na estrada, surpreendidos pela presença - nalguns casos, identificada - do dito dispositivo.

2. Travar bruscamente. Este é o mais comum dos comportamentos: aproximando-se de um radar, muitos condutores travam de forma brusca ou reduzem a velocidade para um valor bastante inferior ao permitido, o que pode causar dois efeitos problemáticos. O primeiro é a possibilidade de um embate traseiro por parte de um outro condutor que não esteja a contar com uma travagem à partida inesperada pelo condutor da frente e, o segundo, é o efeito 'acordeão' com consequente acumulação de trânsito atrás.

3. Abrandar o ritmo forçadamente na via mais à esquerda. Complementando a anterior, é ainda mais importante não abrandar subitamente para valores bastante mais baixos do que os legalmente permitidos quando circula na vai mais à esquerda de uma via rápida ou autoestrada. Fazê-lo apenas aumenta o risco de um acidente.

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