'Volta ao Mundo' e TSF distinguidas pela Escolha do Consumidor

Revista de viagens e rádio do grupo Global Media premiadas pelo quarto ano consecutivo

A TSF e a revista de viagens Volta ao Mundo voltaram a ser distinguidas com o prémio Escolha do Consumidor, o maior projeto de avaliação de marcas feito em Portugal. O processo de avaliação, que acontece pelo quarto ano consecutivo, resulta do escrutínio de 741 marcas feito por 62213 consumidores.

A distinção, atribuída pela ConsumerChoice - Centro de Avaliação da Satisfação do Consumidor, é atribuída pelo quarto ano consecutivo à rádio de notícias do Grupo Global Media. A publicação de viagens foi a melhor do seu segmento pelo terceiro ano consecutivo.

Capa da 250ª edição da 'Volta ao Mundo'

Com 27 anos de existência, a TSF reforçou este ano a sua presença online com o lançamento de um novo site. A Volta ao Mundo, que no ano passado comemorou o seu vigésimo aniversário, é atualmente a única publicação do segmento de viagens do mercado português, com vendas em banca de 10500 exemplares, de acordo com o último relatório da Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação.

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Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

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João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.